09 junho 2014

Óia eu aqui de novo xaxando

   
   E é de Gonzagão a música tema do que acontece hoje: a minha volta. Vamos aproveitar que estamos perto do são joão e dançar um forrózinho? Não? Não.

   A minha vida anda corrida (indecisa, a bichinha). Estou cursando o primeiro período de Letras – Língua portuguesa na Paraíba e essa mudança brusca de estado embaralhou minhas ideias e eu ainda não voltei ao meu normal, se é que ele existia. E deixa eu te dizer uma coisa, essas impressões que algumas pessoas têm sobre o curso de letras, do tipo “não dou nada por esse curso”, “só fazem ler”, “fácil”, são total e completamente inválidas. Resumindo: fica quem gosta.
   Além de eu ter saído de Pernambuco, de ter visto e sentido como o curso é, de fato, e de estar estudando latim (“num sei quê, num sei quê, defuntorum, amém) existe outra questão que não me permite a organização da mente: qual é a de acontecer tanta coisa ruim e polêmica em dois mil e quatorze?
   Aproveitando a oportunidade, agora escassa, eu e meu pai estávamos assistindo ao Globo Esporte, quando uma notícia nos pegou subitamente. "Fernandão morreu". Imediatamente uma lembrança me veio à mente. Era 2008, eu tinha 11 anos e estava num estado de felicidade plena por ter ido assistir a um jogo da copa do Brasil. Sport 3 x 1 Internacional. Aquele foi um dos melhores dias da minha vida e Fernandão fez parte dele. Lembro-me claramente da decepção estampada em seu rosto enquanto descia para os vestiários da Ilha do Retiro após o fim da partida, mas seu mau momento me deu um dia daqueles que, se fosse possível, emolduraríamos e penduraríamos na parede da sala.

Este jogador está estampado na minha alma.
                                                          

   Como as pessoas podem interferir na nossa vida sem nem ter consciência disso? Esse questionamento é meu parceiro de todas as horas.  
   Seguindo uma linha de pensamento, cheguei no assunto ‘ídolos’. Pessoas que possuem uma influência enorme sobre o que somos, fazemos e sentimos. E eu, curiosa e interessada que sou, vou abrir um espaço enooooorme aqui para histórias que mostrem as consequências das ações de um indivíduo. Mas depois eu falo disso direitinho.

   Então, eu voltei.

*Um beijo, um abraço e forza sempre!

3 comentários:

  1. Sobre o curso de Letras, concordo contigo: fica quem gosta. Mas acho que isso serve para todos os cursos. E embora eu goste muito de português, não cheguei a concluir o curso, ou seja, no meu caso, não gostei (mas eu desconfio de que eu não gostaria de curso nenhum mesmo).

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  2. Acho que falei mais no sentido de não ser um curso que admite pessoas que não têm certeza se o querem. Ele tem uma personalidade muito forte. Você cursou durante muito tempo? E eu vivo numa linha tênue entre amar letras e não gostar de nenhum curso (vai ver é esse teor altamente alto de obrigatoriedade e de tudo que há por trás). É complicado...

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  3. A minha vida também anda um pouco corrida, com alguns embaralhamentos.
    Adorei seu blog e já estou a seguir. Coloquei seu link no meu blog, na minha guia de 101 também.

    Beijos e ótimo final de semana

    http://myife-rapha.blogspot.com

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