24 julho 2014

Estreia do "Eu Expresso".

   Olá, sobreviventes. Estou aqui para apresentar-lhes o primeiro capítulo/episódio/vídeo da série “Eu Expresso”.
Com o tempo irei aprimorar esta (belíssima) arte


   Motivos pelos quais ele veio à existência: é aparente que o blog está parado, muito parado. O que torna isso um problema sério, é que ele não se encontra nesse estado por escassez de ideias. Ultimamente elas estão com tudo, bombardeando a todo momento minha cabeça. E uma vertente desse problema sério é outro de mesma natureza, “como realizar algum desses projetos”. Resolvi atribuir a cada um, um nível de importância e o que ganhou mais “estrelinhas” foi esse. O “Eu Expresso”.

   Do que se trata esse projeto: o “Eu Expresso” visa à expressão humana (mas pode ser alienígena ou qualquer outra coisa). Eu sempre gostei muito de ver como o “outro” se porta em determinada situação. Sou viciada em covers, em recitais, qualquer coisa que mostre como alguém se encaixa em certa forma e o jeito que ele usa para coloca-la para fora. Então resolvi abrir um espaço para isso aqui no blog. Serão vídeos de pessoas (ou alienígenas) recitando poesia, lendo um trecho de um livro, cantando, tocando um instrumento...enfim, se expressando. Acho que não consegui colocar bem a definição, mas o vídeo fala por si só.

   Título da série – o “Eu Expresso” e sua bifurcação: escolhi esse nome instantaneamente e como eu gosto de ver vários sentidos nas coisas que parecem simples demais, fiquei com ele. O primeiro sentido é o que parece, de fato. Eu expresso, eu tenho a capacidade de expressar algo. Já o segundo, exala a rapidez do ser humano (ou alienígena), o “sem delongas” que está inerente a alguma parte da sua vida.

   Sem mais delongas, assim como o ser humano (ou alienígena), vamos ao primeiro vídeo. (Deem um crédito para mim. Primeiro vídeo. Primeiro vídeo. Ah, ele está no canal do blog):


   Esse vídeo se tornou muito especial para mim pelos seguintes motivos: a poesia, a pessoa que recitou (beijo, Mandita), pelo fato de ser o primeiro, o que ele exala. 

   Espero que tenham gostado. Em breve postarei o próximo. Enquanto isso, I'm fucking around. 


   *Um beijo, um abraço e forza sempre!

4 comentários:

  1. Que brotem deste projeto cargas de subjetividade! Mas é preciso destacar que estes vários "eus" que se apresentarão diante do seu "eu" é a junção do "eu" e de "outro". Somos essa mistura, mas desse amálgama escapam traços de singularidade. Encanta-me esse lado do meu "eu" bakhtiniano de ser. É o meu "outro" na constituição do meu "eu". Que contemplemos mais "eus".

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  2. Puts que legal!! Acho interessante quando mais pessoas participam do blog, sem ser nós, os próprios escritores.
    O meu blog tem algo diferente assim, dê uma olhadinha, quem sabe você goste e queira participar (http://mylife-rapha.blogspot.com.br/2014/07/entrevistando-o-nescau.html)

    Beijos e ótima semana,

    http://mylife-raphja.blogspot.com

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  3. bem bacana a ideia, Maria, pena que o áudio do vídeo não está tão bom, acho que é por causa do vento, do lugar onde ela disse o poema, que, aliás, eu adoro! gostei muito do comentário do Trindade, concordo plenamente! ah, e usou o poema do Drummond na tua aula? beijo!

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