Não é o que não pode ser

   Começo a achar que mereço o título de “fuleira”. Mas estou aqui, não estou?!  Justificativas subsequentes são chatas demais, então...

   E aí? Como estão todos?

   Vim aqui para mostras aos senhores um tipo de poesia que surgiu há um tempinho. Ela dispensa uma concretização de conceito. Não vou falar sobre a história, sobre o que dizem os críticos, sobre quem se “sobressai” nesse meio. Apenas quero que os além-terra vejam e me digam suas impressões sobre cada uma, ou sobre uma só, ou sobre metade de uma poesia concreta.






































E essa criatura?

Por favor, viagem!!!!! 

(bj, Amador!)

*Um beijo, um abraço e forza sempre!

Comentários

  1. Eu lembro claramente do poema do Rogério Nascente no nosso livro de português ou era literatura? Enfim, esse tipo de poesia é mais uma questão do ser ou n ser. Me perco nos meus pensamentos kkkk tô confusa. Ele seria concreto por não ser abstrato? Eu adoro esse tipo de coisa. Tu é fera, Cá ❤ Nati Félix aq

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  2. Muito bom, adorei estas poesias. Já tinha ouvido e lido sobre elas, mas é sempre bomver um pouquinho mais!

    Beijos,
    http://mylife-rapha.blogspot.com

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  3. Depois de algum tempinho, passando por aqui... Já conhecia alguns desses poemas aí, eu curto. Ah, hoje eu tava ouvindo a Janis e lembrei de ti! Um beijo, Maria!

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