Produções interdependentes ou não

Senta. 

Agora escreve uma lista com os filmes que mais te fizeram pensar no que somos (digo, humanos (?)). 
Tenho quase absoluta certeza de que mais da metade dessas produções são as que deixaram algum tipo de questionamento no ar, alguma incerteza. As que possuem alto teor filosófico (pra não dizer depressivo. Mas tá bom).

Outra coisa. 

Pensa nos filmes que mereceram um “que porra mais clichê!” no final. Os perfeitinhos, finalzinho felizinho ou até um triste previsível mesmo. Que seja. Aposto que são aqueles que têm uma história concreta, fechada, com pessoas que podem ser definidas como uma coisa só.

No final me diga: o homem "seria" a personificação de qual dos dois tipos?

Longe de mim definir a qualidade de um filme a partir desses aspectos, apenas quis usar dessa forma de arte pra dizer que deveríamos aceitar que: o homem "é" uma pergunta pra uma pergunta.

Aceite o fato!

A racionalidade não nos define como seres humanos. RÁ. Mas nem de longe. Assim seria fácil.

Que linha inconstante é o homem. Eu comecei querendo escrever sobre uma coisa e parei nisso aqui. Talvez isso exemplifique o quão indefiníveis somos nós, criaturas num processo de construção infindável. Textos em aberto. Porção menor do universo, que mergulha na sua própria imensidão imensurável. E a gente é blá blá blá.

Ele que termina no meio do começo que era o final do recomeço do fim que não existe.

(Por favor, não falem dos finais dos livros do John)

'Never let me go'
*Um beijo, um abraço e forza sempre!

Comentários

  1. Porra, Maria.
    Venho aqui te visitar e agradecer de coração pelo que você me disse no blog (e pelo tapa na cara com o teor de "Luria, você tem que escrever, mais, sua preguiçosa") e me deparo com um post assim. Achei a sua análise genial. É claro que pensei num bocado de filmes enquanto lia (hehe). E até diria que você tem que fazer isso mais vezes, mas como você mesma se expressou, não dá pra gente definir o que somos, quem dirá nos ceder ao controle de algo que depende de vários fatores... Somos curiosos, é o que digo. Mas às vezes muito fáceis de sermos analisados. Um paradoxo, quem sabe.
    Obrigada por estar me acompanhando lá no blog, sério. Isso me deixa tão feliz...ainda mais quando leio comentários como os seus.
    Valeu, Maria!
    Beijo ♥

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Fala aí...

Postagens mais visitadas