12 maio 2016

Os dias feliz de nossa vida

Adoniran e seu grandioso minimalismo

Esse lugar vai ficar cheio de experiências que não vou conseguir representar dignamente. Vão bem além. Fazer o quê?!

Às vezes você chega num lugar e não consegue refazer o caminho que te levou até ali. Não sei como cheguei a Negra Li, mas cheguei. Muito. E na hora eu senti medo. Medo de antes, de como eu seria se não pudesse acrescentar aquele instante à vida. Sem que eu pensasse muito, a sensação foi se organizando até aparecer o que era tão simples e sagrado, porque tantos poderiam viver o mesmo.

Um choro hereditário preso na garganta que veio junto com uma nostalgia que não era de ninguém, mas de todo mundo. Era coletiva. Fui eu quem viveu aquilo. 
Foi o João. 
Foi a Elis. 
Foi a Liliane.

Ganhei esse presente.

E agradeço.

(Esse vídeo precisava estar aqui)




*Sejamos mais nós!

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